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Explicações sobre o auxílio-acidente, escritas em palavras simples por quem cuida desses casos todo dia.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 12 de outubro de 2026

Sequela de fratura de fêmur: ficou mancando e ninguém te falou do auxílio-acidente

A fratura de fêmur consolida, o auxílio-doença cessa e o trabalhador volta para a função com a perna mais fraca, mancando e doendo no fim do dia. Este artigo explica por que essa sequela pode dar direito ao auxílio-acidente, desde quando o benefício é devido e qual é o limite dos valores retroativos.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 12 de outubro de 2026

Auxílio-acidente no ombro: o perito falou em readaptação. Isso acaba com o seu direito?

Quem ficou com o ombro limitado depois de um acidente ouve com frequência que pode ser readaptado para outra função. Este artigo explica o que a lei realmente compara, por que a sequela no ombro pesa para quem trabalha com os braços e o que o segurado precisa reunir antes de pedir o auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 11 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por lesão de tendão no punho: a mão que não aperta mais como antes

Um corte no punho raramente atinge só a pele: tendões, nervos e vasos passam juntos por ali. Este artigo explica por que a perda de força e de flexão nos dedos reduz a capacidade de trabalho, desde quando o INSS deve pagar o benefício segundo o STJ e a TNU, e por que o acidente em casa também conta.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 11 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por fratura de rádio e ulna: a sequela no antebraço que pesa todos os dias

A fratura dos dois ossos do antebraço costuma colar com placa e parafuso, mas deixa uma perda permanente do giro do antebraço. Este artigo explica por que essa sequela reduz a capacidade de trabalho, o que o STJ decidiu sobre lesões de grau pequeno, por que não é preciso ter sido acidente de trabalho e quem pode pedir o benefício.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 10 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por luxação acromioclavicular: o ombro que saiu do lugar e nunca mais foi o mesmo

A luxação acromioclavicular costuma ser tratada sem cirurgia e deixa um ombro que parece normal, mas não funciona como antes: perda de força, dor no esforço e dificuldade para trabalhar com o braço acima da linha do ombro. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, por que um laudo que fala em redução leve não encerra o assunto (STJ, Tema 416) e por que não é preciso ter sido acidente de trabalho (TNU, Tema 269).

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Auxílio-Acidente · 7 min · 10 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no dedo do pé: quando a limitação que ficou dá direito ao benefício

Fratura nos dedos do pé e no metatarso costuma deixar perda de movimento, perda de força e dor em carga. Para quem trabalha em pé, isso significa fazer o mesmo serviço com muito mais esforço — e é exatamente isso que a lei chama de redução da capacidade laborativa. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, desde quando o INSS deve pagar, por que não é preciso ter sido acidente de trabalho e quem pode pedir.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 09 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por fratura do maléolo: o tornozelo que não dobra mais

A fratura do maléolo cola, a cicatriz fecha e a pessoa volta a andar — mas o tornozelo quase nunca volta a dobrar o mesmo tanto. Este artigo explica por que essa perda de graus pesa em quem trabalha em pé e andando, por que o nome do cargo não descreve o esforço real e o que os tribunais já decidiram sobre redução mínima de capacidade.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 09 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por acidente de trajeto: e se nunca houve CAT?

Cair duas ruas antes de chegar em casa dói igual, opera igual e deixa sequela igual a cair dentro da fábrica. Este artigo explica por que o auxílio-acidente não depende do rótulo do acidente, o que a falta de CAT muda e o que não muda, e qual é a data em que o pagamento deveria começar segundo o STJ e a TNU.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 08 de outubro de 2026

Nunca recebi auxílio-doença: ainda posso pedir auxílio-acidente?

Muito trabalhador se acidenta, é operado, recebe alta e volta para o serviço sem nunca ter pedido afastamento ao INSS. Anos depois descobre que o pé não é mais o mesmo. Este artigo explica que a lei não exige auxílio-doença anterior para dar direito ao auxílio-acidente, mostra por que uma sequela no pé e no tornozelo pesa no trabalho rural e esclarece o que muda na data de início do benefício quando houve ou não houve afastamento.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 08 de outubro de 2026

Auxílio-acidente com ombro travado: quando o braço não gira mais para fora

Depois de uma fratura no alto do braço, muita gente recupera o osso mas não recupera o movimento: o ombro gira só até certo ponto e trava. Quem vive de serviço braçal sente isso em cada fardo levantado e em cada peça pendurada. Este artigo explica por que um ombro travado reduz a capacidade para o trabalho, o que a lei exige, o que os tribunais superiores já decidiram sobre sequela leve e desde quando o benefício é devido.

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Auxílio-Acidente · 8 minutos · 06 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por perda de força no braço: o que significa "força grau IV" no laudo da perícia

Fratura no antebraço operada com placa e parafuso cola o osso, mas deixa conta a pagar: músculo que afinou, punho com menos graus de movimento e um braço que cede antes do outro. Este artigo explica o que a escala de força muscular do laudo quer dizer, por que a perda pesa em serviço braçal mesmo quando atinge o lado menos usado, desde quando o benefício é devido e qual o limite real dos atrasados.

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Auxílio-Acidente · 8 minutos · 06 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por lesão de tendão no pé: quando o pé opera, cicatriza e nunca mais dobra igual

Tendão rompido no pé é das lesões que mais enganam. A cirurgia reconstrói a corda, a cicatriz fecha, a pessoa volta a andar — e o pé fica para sempre com menos movimento, doendo na cicatriz e mudando o jeito de pisar. Este artigo explica o que sobra depois de uma reconstrução de tendão, por que essa perda pesa em quem dirige, carrega peso ou trabalha em pé, desde quando o benefício é devido e qual o limite real dos valores atrasados.

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Auxílio-Acidente · 8 minutos · 05 de outubro de 2026

Auxílio-acidente sem cirurgia: a fratura que foi tratada no gesso também deixa sequela

Existe uma crença de que benefício por sequela é coisa de quem tem placa, pino ou parafuso. Não é. Articulação imobilizada por semanas perde movimento e muitas vezes não recupera: o joelho trava na metade, a musculatura afina, o jeito de andar muda. Este artigo explica por que a lei não exige cirurgia, apenas sequela permanente que reduza a capacidade para a função exercida na época do acidente, desde quando o benefício é devido e qual o limite dos valores atrasados.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 05 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no polegar: quando a mão não faz mais a pinça

O polegar responde por boa parte da função da mão: é ele que faz a pinça. Depois de uma fratura na base do polegar, é comum sobrar limitação de movimento, deformidade na articulação e perda de força de preensão. A pessoa volta a trabalhar, mas passa a compensar o tempo inteiro. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, por que a função exercida na época do acidente é o que decide, por que limitação pequena não afasta o direito e quais documentos ajudam na análise.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 03 de outubro de 2026

Auxílio-acidente para operador de máquinas: o punho travado e a produção que caiu

Punho é ferramenta de trabalho de quem opera máquina. Sequela de fratura do rádio distal — perda de amplitude de movimento, de força de preensão e de pronossupinação — pode dar direito ao auxílio-acidente mesmo quando o laudo diz que o segurado está apto, porém com maior esforço e menor produtividade.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 03 de outubro de 2026

Auxílio-acidente para cozinheira: quando o pé não aguenta mais o turno inteiro

Quem trabalha em cozinha trabalha em pé o turno inteiro. Sequela permanente no pé — perda de flexão dorsal e perda de força — pode dar direito ao auxílio-acidente, ainda que a lesão seja considerada leve e ainda que o acidente tenha acontecido fora do serviço.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 03 de outubro de 2026

Auxílio-acidente sequela no quadril: quando o osso cola, mas cola torto

Fratura no quadril que consolida fora de lugar deixa marca: limitação de movimento, atrofia da coxa e do glúteo e o andar mancando. Entenda por que isso pode dar direito ao auxílio-acidente, por que não precisa ter sido acidente de trabalho e desde quando o INSS deve pagar o benefício.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 02 de outubro de 2026

Auxílio-acidente para garçom e atendente: a perna com placa que não aguenta mais a jornada em pé

Quem atende no salão trabalha em pé a jornada inteira, carrega peso e sobe degrau. Este artigo explica quando a sequela de uma perna operada pode dar direito ao auxílio-acidente, por que a sequela leve não afasta o direito e o que acontece com quem estava desempregado ou fazendo bico na época do acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 02 de outubro de 2026

Auxílio-acidente para cuidadora de criança: a sequela no punho que ninguém enxerga

Quem cuida de criança trabalha com o punho em movimento o tempo todo. Este artigo explica quando a sequela de punho pode dar direito ao auxílio-acidente, por que a limitação leve não afasta o direito e por que o benefício começa no dia seguinte à cessação do auxílio por incapacidade temporária.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 02 de outubro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no joelho: quando agachar e subir escada virou sofrimento

Perda de flexão, perda de força na coxa e andar manquejado depois de um trauma no joelho podem reduzir a capacidade de quem trabalha agachando, subindo escada e em pé. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, por que o grau leve não afasta o direito e por que o acidente não precisa ter sido no trabalho.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 29 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura do pilão tibial: a perna que incha antes de o turno acabar

O pilão tibial é a ponta de baixo da canela, onde a tíbia encaixa no tornozelo. Depois da placa e dos parafusos, o osso cola — mas o pé perde movimento e a perna passa a inchar todo fim de expediente. Para quem passa o turno em pé, isso é esforço a mais todo dia.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 29 de setembro de 2026

Auxílio-acidente para autônomo: trocar por um serviço mais leve não é prova de que você está bem

Saiu do emprego pesado, virou autônomo num serviço mais leve e o INSS disse que você está ótimo. A conta está errada. O que a lei compara é a função que você exercia no dia do acidente, não a que você faz hoje — e contribuir por conta própria não retira o direito.

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Auxílio-Acidente · 9 min · 27 de setembro de 2026

Lesão do plexo braquial: quando a sequela no braço dá direito ao auxílio-acidente

A lesão do plexo braquial não aparece em foto: o braço está inteiro, mas sem força. Este artigo explica o que é o plexo braquial, por que a perda de força e a mão caída reduzem a capacidade de trabalho, desde quando o INSS deve pagar o auxílio-acidente, o limite de cinco anos dos atrasados e por que estar desempregado no dia do acidente não afasta, por si só, o direito.

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Auxílio-Acidente · 8 min · 27 de setembro de 2026

Auxílio-acidente no trabalho de escritório: quando a sequela no tornozelo conta

Quem trabalha em função administrativa costuma ouvir que sequela no tornozelo não dá direito a nada porque o trabalho é leve. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, por que a perda de amplitude do tornozelo aumenta o esforço até em trabalho de escritório, por que o grau leve não afasta o direito e até onde vão os valores atrasados.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 25 de setembro de 2026

Perda de força na perna depois do acidente: quando pode haver direito ao auxílio-acidente

Depois de um trauma grave na perna, o músculo que ficou meses sem trabalhar muitas vezes nunca volta ao que era: a perna fica mais fina, mais fraca, o joelho para antes de fechar o movimento e o jeito de andar muda. O texto explica por que essa sequela reduz a capacidade para o trabalho braçal, o que o laudo precisa medir, desde quando o benefício deve ser pago quando é reconhecido (dia seguinte ao fim do auxílio-doença) e por que os atrasados param em cinco anos.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 25 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura do acrômio: quando a sequela no ombro pode dar direito ao benefício

O acrômio é o osso que forma o teto do ombro e quebra em traumas como queda de moto, batida e tombo de altura. Quando a fratura cola e o braço não sobe mais como antes, a sequela pode reduzir a capacidade para o trabalho braçal e abrir caminho para o auxílio-acidente. O texto explica os três requisitos do art. 86 da Lei 8.213/91, por que tratamento sem cirurgia não enfraquece o pedido, por que o acidente não precisa ter sido no trabalho e até onde vão os atrasados.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 24 de setembro de 2026

Sequela no punho da mão dominante: quando cabe auxílio-acidente mesmo sem cirurgia

Quando a fratura cai no punho da mão dominante, a mesma sequela pesa o dobro: é a mão que faz a pinça, a força e a tarefa fina. E não ter operado não significa que não sobrou limitação.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 24 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura de clavícula: o ombro que não sobe mais como subia

A clavícula é a única ponte óssea entre o braço e o tronco: toda força que o braço faz passa por ela. Depois de uma fratura, o osso cola — mas o ombro pode ficar sem a elevação de antes. Quem carrega bandeja, engradado e caixa sente isso todo dia.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 23 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por encurtamento da perna: quando um centímetro e meio muda o seu dia de trabalho

Depois de uma fratura de fêmur operada, é comum a perna consolidar com alguns milímetros ou centímetros a menos que a outra. Parece pouco. Mas para quem trabalha o dia inteiro em pé, agachando e levantando peso, esse desnível vira dor no quadril e na coluna no fim do expediente. Este artigo explica por que o encurtamento é uma sequela permanente como qualquer outra, por que limitação leve não afasta o direito e desde quando o benefício é devido.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 23 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por bala perdida: a sequela que ficou na perna e ninguém viu

Quem foi atingido por uma bala perdida raramente pensa em INSS. Mas o auxílio-acidente não exige acidente de trabalho: ele alcança o acidente de qualquer natureza, e um tiro é o exemplo mais claro de evento súbito e traumático. Este artigo explica o que costuma sobrar de sequela em uma lesão dessas, por que ela pesa em quem vive de trabalho braçal e o que a jurisprudência já decidiu sobre a data em que o benefício deve começar.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 23 de setembro de 2026

Auxílio-acidente para vigilante e porteiro: o tornozelo que não aguenta mais a ronda

Vigilante e porteiro passam o turno em pé ou caminhando: ronda, portaria, controle de acesso. Uma fratura de tornozelo que deixou o movimento do pé reduzido transforma essa rotina em esforço dobrado, mesmo quando o acidente foi uma simples queda fora do serviço. Este artigo explica os requisitos do auxílio-acidente, por que limitação leve não é motivo para desistir e o que ajuda na análise.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 16 de setembro de 2026

Auxílio-acidente para trabalhador de frigorífico: a sequela no pé que ninguém vê na linha

Quem trabalha em frigorífico passa o turno inteiro de pé, no frio, no ritmo da linha. Uma sequela no pé — perda de mobilidade do tornozelo, dor na cicatriz, força reduzida — muda tudo nesse cenário, mesmo quando o acidente aconteceu longe da empresa. Este artigo explica os requisitos, o que os tribunais já firmaram sobre o grau da lesão e por que lesão de esforço repetitivo segue outro caminho.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 16 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura da rótula: o joelho que não dobra mais igual

A rótula é o osso da frente do joelho, e ela quebra em tombo bobo: um tropeço, um degrau, um piso molhado. O osso cola, mas o joelho costuma ficar mais duro, mais fraco e menos confiável. Este artigo explica por que essa sequela reduz a capacidade de quem trabalha em pé e agachado, e por que o acidente não precisa ter acontecido no serviço.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 16 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no antebraço: quando a mão não gira mais

Girar o antebraço para virar a palma da mão é um movimento que ninguém percebe até perder. Depois de uma fratura de antebraço, ele costuma ficar pelo caminho — às vezes some por completo. Este artigo explica por que essa perda reduz a capacidade de quem vive de moto, de entrega e de ferramenta, e o que os tribunais já decidiram sobre quem trabalha por conta própria.

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Auxílio-Acidente · 6 minutos · 16 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no cotovelo: quando o braço que não estica mais vira direito

Fratura de cotovelo costuma colar o osso e deixar o movimento pelo caminho: o braço que não estende até o fim e a palma da mão que não gira todo o percurso. Este artigo explica, em linguagem de trabalhador, por que essa limitação reduz a capacidade para o serviço, o que a Justiça já decidiu sobre a data de início do benefício e por que não é preciso ter sido acidente de trabalho.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente joelho: o motorista de ônibus que voltou a dirigir com a perna limitada

Fratura de perna operada costuma deixar o joelho com menos flexão, dor e inchaço. Para quem dirige ônibus, essa limitação leve significa mais esforço todo dia — e pode dar direito ao auxílio-acidente do INSS.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente quando não consigo levantar o braço acima do ombro depois de uma fratura

Fratura na parte de cima do braço costuma deixar o ombro travado acima de 90 graus e sem rotação externa. Para quem trabalha com os braços erguidos, isso significa mais esforço permanente para o mesmo serviço — e é exatamente essa redução de capacidade que o auxílio-acidente indeniza, ainda que a sequela seja leve.

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Auxílio-Acidente · 7 minutos · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura do escafoide: quando o punho do carpinteiro perde força

A fratura do escafoide muitas vezes passa despercebida no primeiro atendimento e evolui para pseudoartrose, deixando o punho com menos força de preensão, menos movimento e dor. Quem trabalha com as mãos, como o carpinteiro, sente essa perda todos os dias. Entenda quando essa sequela permanente pode dar direito ao auxílio-acidente, mesmo em grau mínimo e mesmo continuando a trabalhar.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por pino na perna: a sequela que o trabalho de escritório não apaga

Fratura de perna ou de fêmur tratada com pino, placa ou haste costuma consolidar o osso sem devolver o movimento do tornozelo. Quem trabalha em escritório ou no administrativo ouve que trabalha sentado e que não há sequela — mas levantar, andar, subir escada e ficar em pé passa a custar mais esforço. Este artigo explica os requisitos do auxílio-acidente, por que sequela leve não afasta o direito e por que não é preciso que o acidente tenha sido de trabalho.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura no metatarso: o pé que dói em quem trabalha em pé o dia inteiro

A fratura no metatarso costuma consolidar, mas deixa dor no apoio prolongado, inchaço, perda de força e claudicação. Para quem passa o turno em pé, isso é esforço a mais todo dia — e pode dar direito ao auxílio-acidente, benefício pago junto com o salário.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por acidente de trânsito: a sequela no punho que reduz sua capacidade de trabalho

Quem ficou com sequela permanente no punho depois de um acidente de trânsito costuma achar que não tem mais nada a pedir ao INSS, principalmente porque voltou a trabalhar. Este artigo explica os requisitos do auxílio-acidente, por que a limitação de movimento do punho reduz a capacidade em funções que exigem caminhar, carregar e repetir gestos com as mãos, e por que não precisa ter sido acidente de trabalho.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente para trabalhador rural: sequela no pé e no tornozelo depois de um acidente de moto

Quem faz serviços gerais na fazenda e ficou com sequela permanente no pé e no tornozelo depois de um acidente de moto passa a fazer o mesmo serviço com muito mais esforço. Este artigo explica os três requisitos do auxílio-acidente, por que o benefício não exige acidente de trabalho, por que a sequela leve também conta e o que reunir antes de pedir.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente: a perícia disse que você está apto para o trabalho — e agora?

Muita gente guarda o laudo na gaveta ao ler a palavra “apto”. Só que o auxílio-acidente não exige incapacidade: exige sequela permanente que faça o trabalhador gastar mais esforço para fazer o mesmo serviço. Este artigo explica a diferença, mostra por que uma sequela de fratura no punho pesa na rotina de quem vive de trabalho manual e o que a jurisprudência já decidiu sobre lesões de grau mínimo e acidentes fora do trabalho.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 14 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por lesão de nervo no braço: quando a fratura cola, mas a força não volta

Fratura no braço que machuca o nervo deixa perda de força, atrofia e dor que não passam com a fisioterapia. Entenda os requisitos do auxílio-acidente, por que essa sequela aumenta o esforço em funções de força, o que os tribunais decidiram sobre acidente de qualquer natureza e desde quando o INSS deve pagar.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente, mudança de função e o direito que continua sendo seu

Trocar a moto pela cabine, o serviço pesado pelo balcão, a rua pelo escritório. Muita gente pensa que ao mudar de função perdeu o direito ao auxílio-acidente. É o contrário: a readaptação costuma ser a prova mais clara de que a sequela reduziu a capacidade para a função original.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente, sequela leve e o que fazer quando dizem que não foi nada grave

"É leve." "É pouca coisa." "Não ficou nada." Essas três frases derrubam mais pedidos de auxílio-acidente do que qualquer perícia. E são frases que o Superior Tribunal de Justiça já contrariou, com todas as letras: o benefício é devido ainda que mínima a lesão.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por acidente doméstico: caiu em casa e ficou com sequela?

Não precisa ter acontecido no serviço. A lei fala em acidente de qualquer natureza — evento súbito e traumático —, e uma queda dentro de casa se encaixa nessa definição. Se sobrou sequela que atrapalha a sua função, o caminho existe.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por perda de força no pé: quem trabalha o dia inteiro em pé sente primeiro

Pé que perdeu força e movimento não impede ninguém de andar — impede de aguentar. E quem passa oito, dez, doze horas em pé sabe exatamente a diferença entre as duas coisas. Essa perda permanente pode dar direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura da tíbia: voltar para o mesmo serviço não apaga a sequela

A tíbia é o osso que aguenta o peso do corpo. Depois de uma fratura exposta, com fixador, placa e parafusos, a perna volta a funcionar — mas o tornozelo perde movimento e a jornada em pé passa a pesar. Voltar ao mesmo serviço não apaga esse resto.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura na bacia: a dor que só aparece depois de horas sentado

A bacia é o centro do corpo: ela sustenta o tronco, distribui o peso e absorve impacto. Quando uma fratura ou ruptura da sínfise púbica deixa sequela, o INSS costuma dar alta dizendo que curou. Mas a dor ao sentar, a mancada e a perda de força no quadril continuam — e isso pode dar direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por lesão no ligamento do joelho: o joelho que falseia no meio do serviço

Lesão de ligamento raramente aparece no raio-X e raramente impede alguém de andar. Mas o joelho que falseia muda tudo para quem trabalha em terreno irregular, carregando peso e agachando o dia inteiro. Essa insegurança permanente é sequela — e pode dar direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por sequela em dedo da mão: o dedo travado que ninguém leva a sério

Um dedo travado parece pouca coisa até você precisar abrir uma garrafa, segurar uma bandeja cheia ou apertar uma ferramenta o dia inteiro. A lei não mede o tamanho da sequela: mede se ela atrapalha a sua função. E isso muda tudo.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por sequela no tornozelo: o motorista que dirige com o pé travado

Quem dirige o dia inteiro depende do tornozelo para acelerar, frear e embrear. Quando a fratura consolida em posição errada e o pé perde movimento, o serviço continua — mas com dor e esforço dobrado. É esse resto que pode dar direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 7 min · 13 de setembro de 2026

Auxílio-acidente por fratura de fêmur: quando a perna volta, mas nunca mais é a mesma

A fratura de fêmur cola, o segurado volta a andar e o INSS dá alta. Só que a coxa afina, o joelho não dobra tudo e o serviço passa a custar o dobro. Esse resto de limitação é exatamente o que a lei chama de redução da capacidade — e é o que pode dar direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 13 de setembro de 2026

Fratura no pé que dói até hoje quando você põe peso: isso pode ser auxílio-acidente

Fraturas no meio do pé consolidam, a pessoa volta a andar normalmente — e continua sentindo dor toda vez que coloca peso. Essa dor permanente em carga pode significar redução da capacidade de trabalho.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 13 de setembro de 2026

Motoboy que se acidentou e ficou com sequela no braço tem direito ao auxílio-acidente

Quem entrega de moto usa o braço como ferramenta de trabalho o dia inteiro. Quando um acidente deixa o antebraço sem rotação ou o ombro sem alcance, a capacidade de trabalho cai — e a lei prevê indenização para isso.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 13 de setembro de 2026

Fratura no ombro que colou mas travou o braço: o direito que quase ninguém pede

Uma fratura na parte de cima do úmero pode colar perfeitamente e ainda assim deixar o braço sem alcance acima da linha do ombro. Para quem trabalha com os braços, essa perda tem consequência — e tem previsão legal.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 13 de setembro de 2026

Fratura no tornozelo que deixou sequela: quando o INSS deve pagar auxílio-acidente

Quem trabalha em pé, sobe escada e anda em obra sente na pele o que um tornozelo fraturado deixa para trás. Quando a rigidez e o inchaço são permanentes e reduzem a capacidade de trabalho, pode haver direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 6 min · 13 de setembro de 2026

Sequela no punho depois de uma fratura: quando dá direito ao auxílio-acidente

O punho é a articulação que mais trabalha em quem opera máquina, carrega peso ou usa ferramenta o dia inteiro. Quando uma fratura consolida e deixa o movimento reduzido, pode haver direito ao auxílio-acidente.

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Auxílio-Acidente · 5 min · 12 de setembro de 2026

Lesão no ombro e auxílio-acidente: quando a sequela no manguito rotador dá direito ao benefício

A lesão no manguito rotador é uma das sequelas mais comuns em quem trabalha com o braço acima da linha do ombro. Quando ela se consolida e reduz a capacidade de trabalho, o segurado pode ter direito ao auxílio-acidente do INSS.

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Quer saber se você tem direito?